dançarinos iam do slow motion à velocidade da luz com uma propriedade única. Os músicos mostraram seu profissionalismo indo do black ao rock, passando pelo gipsy, pelo pop, pelo dance e pelo hip hop. Os técnicos trabalhavam para que os telões andassem, subissem descessem, deslizassem pelo palco de acordo com o contexto do momento. Também para que o mini-palco redondo à frente da passarela, se partisse em três e elevasse rainha como um pedestal. Tudo com muita cor, os canhões de luz inclusive davam um show à parte iluminando os dois enormes M´s que se dispunham nas laterais do palco. E as projeções? Clipes a partes produzidos por competentes profissionais de audiovisual, os telões viraram bala, soletram palavras das canções, apresentavam convidados como Kannye West, Britney Spears, Pharrel Willians, Timbaland e Justin Timberlake. Os corações dos fãs bateram no telão ao som de um dos novos hits. Um dos momentos mais marcantes foi quando em um telão em formato cilíndrico envolveu Madonna e água era projetada neste telão, como se ela estivesse no meio da chuva.
Mas a chuva só ficou no telão porque a vinte minutos de começar o show, “Pedrão” deu um tempo na garoa grossa que incomodava aqueles que, como eu, não tiveram coragem de comprar uma capa de chuva (que mais parecia um saco de lixo) por dez reais. Mas a chuva foi-se embora e vieram as estrelas, junto com a mais brilhante delas: Madonna.
A diva demonstrou-se satisfeita durante todo o show, até porque, nós arrasamos na empolgação. Tanto que quando ia começar a cantar “You must love me”, single do musical “Evita”, começamos a gritar “te amo, te amo, te amo”, e Madonna emocionada e agradecida, um tanto quanto egocêntrica, pediu um momento a banda para dizer que estava feliz em terminar sua turnê em São Paulo, por que nós somos os melhores (UUHHHUUU!!).
O saldo final foi: duas pernas doídas, pouquíssima voz (voz pra que? O show já tinha acabado) e um sentimento inexplicável unido á um contentamento inesquecível. Madonna não é cantora, não é atriz, não é dançarina. É uma artista, que serve de vitrine para outros artistas e que nunca será igualada. Obrigado Madge!! Volte logo, mesmo que seja daqui a quinze anos...
assista um trecho no novo single:
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
O SHOW
São 02:30 da manhã do dia 21/12/08 e acabo de chegar da segunda noite de show da cantora Madonna em São Paulo. Quem me conhece sabe o quanto eu sou fissurado pela diva e das loucuras que fui capaz de fazer para conseguir um ingresso para o show (entre elas, deixar o namorado na fila para mim enquanto eu ia trabalhar). O fato é que assisti ao show, um pouco longe para o meu grau de fã, mas assisti e te digo: faria tudo de novo. A mulher parece que vai se partir no meio a qualquer momento. Sticky & Sweet não foi só uma turnê de divulgação do álbum “Hard Candy” de Madonna, foi um espetáculo de artistas das mais diversas áreas que mostraram seu talento em duas horas cravadas. A rainha reinou absoluta com canções de hoje e sempre, enquanto seus
dançarinos iam do slow motion à velocidade da luz com uma propriedade única. Os músicos mostraram seu profissionalismo indo do black ao rock, passando pelo gipsy, pelo pop, pelo dance e pelo hip hop. Os técnicos trabalhavam para que os telões andassem, subissem descessem, deslizassem pelo palco de acordo com o contexto do momento. Também para que o mini-palco redondo à frente da passarela, se partisse em três e elevasse rainha como um pedestal. Tudo com muita cor, os canhões de luz inclusive davam um show à parte iluminando os dois enormes M´s que se dispunham nas laterais do palco. E as projeções? Clipes a partes produzidos por competentes profissionais de audiovisual, os telões viraram bala, soletram palavras das canções, apresentavam convidados como Kannye West, Britney Spears, Pharrel Willians, Timbaland e Justin Timberlake. Os corações dos fãs bateram no telão ao som de um dos novos hits. Um dos momentos mais marcantes foi quando em um telão em formato cilíndrico envolveu Madonna e água era projetada neste telão, como se ela estivesse no meio da chuva.
Mas a chuva só ficou no telão porque a vinte minutos de começar o show, “Pedrão” deu um tempo na garoa grossa que incomodava aqueles que, como eu, não tiveram coragem de comprar uma capa de chuva (que mais parecia um saco de lixo) por dez reais. Mas a chuva foi-se embora e vieram as estrelas, junto com a mais brilhante delas: Madonna.
A diva demonstrou-se satisfeita durante todo o show, até porque, nós arrasamos na empolgação. Tanto que quando ia começar a cantar “You must love me”, single do musical “Evita”, começamos a gritar “te amo, te amo, te amo”, e Madonna emocionada e agradecida, um tanto quanto egocêntrica, pediu um momento a banda para dizer que estava feliz em terminar sua turnê em São Paulo, por que nós somos os melhores (UUHHHUUU!!).
O saldo final foi: duas pernas doídas, pouquíssima voz (voz pra que? O show já tinha acabado) e um sentimento inexplicável unido á um contentamento inesquecível. Madonna não é cantora, não é atriz, não é dançarina. É uma artista, que serve de vitrine para outros artistas e que nunca será igualada. Obrigado Madge!! Volte logo, mesmo que seja daqui a quinze anos...
assista um trecho no novo single:
dançarinos iam do slow motion à velocidade da luz com uma propriedade única. Os músicos mostraram seu profissionalismo indo do black ao rock, passando pelo gipsy, pelo pop, pelo dance e pelo hip hop. Os técnicos trabalhavam para que os telões andassem, subissem descessem, deslizassem pelo palco de acordo com o contexto do momento. Também para que o mini-palco redondo à frente da passarela, se partisse em três e elevasse rainha como um pedestal. Tudo com muita cor, os canhões de luz inclusive davam um show à parte iluminando os dois enormes M´s que se dispunham nas laterais do palco. E as projeções? Clipes a partes produzidos por competentes profissionais de audiovisual, os telões viraram bala, soletram palavras das canções, apresentavam convidados como Kannye West, Britney Spears, Pharrel Willians, Timbaland e Justin Timberlake. Os corações dos fãs bateram no telão ao som de um dos novos hits. Um dos momentos mais marcantes foi quando em um telão em formato cilíndrico envolveu Madonna e água era projetada neste telão, como se ela estivesse no meio da chuva.
Mas a chuva só ficou no telão porque a vinte minutos de começar o show, “Pedrão” deu um tempo na garoa grossa que incomodava aqueles que, como eu, não tiveram coragem de comprar uma capa de chuva (que mais parecia um saco de lixo) por dez reais. Mas a chuva foi-se embora e vieram as estrelas, junto com a mais brilhante delas: Madonna.
A diva demonstrou-se satisfeita durante todo o show, até porque, nós arrasamos na empolgação. Tanto que quando ia começar a cantar “You must love me”, single do musical “Evita”, começamos a gritar “te amo, te amo, te amo”, e Madonna emocionada e agradecida, um tanto quanto egocêntrica, pediu um momento a banda para dizer que estava feliz em terminar sua turnê em São Paulo, por que nós somos os melhores (UUHHHUUU!!).
O saldo final foi: duas pernas doídas, pouquíssima voz (voz pra que? O show já tinha acabado) e um sentimento inexplicável unido á um contentamento inesquecível. Madonna não é cantora, não é atriz, não é dançarina. É uma artista, que serve de vitrine para outros artistas e que nunca será igualada. Obrigado Madge!! Volte logo, mesmo que seja daqui a quinze anos...
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