Um garoto é atormentado por colegas na sala de aula simplesmente por querer prestar a atenção na professora. O filme de Gus Van Sant poderia ser considerado mais um besteirol americano não fosse sua linguagem diferenciada, sua narrativa desordenada cronologicamente, e seu trágico desfecho.
Elefante reflete o fracasso de um estilo de sociedade que tanta gente aponta como ideal. As semelhanças com um besteirol não é por mero acaso, os americanos são assim mesmo. Um poderoso capitão de futebol, seus comparsas, sua namorada, líder de torcida invejada por ser linda e popular, o garoto aloprado por marmanjões, a menina feia e desrespeitada e por ai vai..
Essa é base da narrativa da vida dos jovens americanos. Uma fase da vida cheia de escalas sociais, as quais, ninguém sabe onde vai estar. Não é a toa que cada vez mais jovens americanos aloprados se revoltam com sua condição e acabam agindo com revolta em relação a sua condição, surtando e pondo a vida de inocentes na mira de suas escopetas. Não querendo justificar esse ato de pura violência e covardia, mas a sociedade americana e tão patética e hipócrita que nem mesmo eles em seu intimo se suportam. Pregam escalas sociais dentro até de suas próprias escolas, criando cidadãos repressivos e anulados programados para pensar que é bom pra eles e mais ninguém.
O filme nos faz pensar no que adianta ser potencia financeira, se não há uma chance para as pessoas serem e pensarem o que são e como são. Matar o egocentrismo americano e algo muito importante principalmente para eles mesmos, pautar suas vidas no que somos não no que parecemos.
segunda-feira, 2 de março de 2009
"ELEPHANT"
O dia em um típico colégio americano pode nos revelar grandes surpresas. Um jovem fotografa os colegas para um trabalho experimental. Uma jovem feia é perseguida pelos colegas e pela professora por não querer usar short em sua aula de educação física. Um belo rapaz, capitão do time de futebol americano, caminha pelos corredores com sua bela namorada, uma líder de torcida, em quanto um grupo de garotas a invejam e vão ao banheiro para mais uma sessão de bulimia grupal.
Um garoto é atormentado por colegas na sala de aula simplesmente por querer prestar a atenção na professora. O filme de Gus Van Sant poderia ser considerado mais um besteirol americano não fosse sua linguagem diferenciada, sua narrativa desordenada cronologicamente, e seu trágico desfecho.
Elefante reflete o fracasso de um estilo de sociedade que tanta gente aponta como ideal. As semelhanças com um besteirol não é por mero acaso, os americanos são assim mesmo. Um poderoso capitão de futebol, seus comparsas, sua namorada, líder de torcida invejada por ser linda e popular, o garoto aloprado por marmanjões, a menina feia e desrespeitada e por ai vai..
Essa é base da narrativa da vida dos jovens americanos. Uma fase da vida cheia de escalas sociais, as quais, ninguém sabe onde vai estar. Não é a toa que cada vez mais jovens americanos aloprados se revoltam com sua condição e acabam agindo com revolta em relação a sua condição, surtando e pondo a vida de inocentes na mira de suas escopetas. Não querendo justificar esse ato de pura violência e covardia, mas a sociedade americana e tão patética e hipócrita que nem mesmo eles em seu intimo se suportam. Pregam escalas sociais dentro até de suas próprias escolas, criando cidadãos repressivos e anulados programados para pensar que é bom pra eles e mais ninguém.
O filme nos faz pensar no que adianta ser potencia financeira, se não há uma chance para as pessoas serem e pensarem o que são e como são. Matar o egocentrismo americano e algo muito importante principalmente para eles mesmos, pautar suas vidas no que somos não no que parecemos.
Um garoto é atormentado por colegas na sala de aula simplesmente por querer prestar a atenção na professora. O filme de Gus Van Sant poderia ser considerado mais um besteirol americano não fosse sua linguagem diferenciada, sua narrativa desordenada cronologicamente, e seu trágico desfecho.
Elefante reflete o fracasso de um estilo de sociedade que tanta gente aponta como ideal. As semelhanças com um besteirol não é por mero acaso, os americanos são assim mesmo. Um poderoso capitão de futebol, seus comparsas, sua namorada, líder de torcida invejada por ser linda e popular, o garoto aloprado por marmanjões, a menina feia e desrespeitada e por ai vai..
Essa é base da narrativa da vida dos jovens americanos. Uma fase da vida cheia de escalas sociais, as quais, ninguém sabe onde vai estar. Não é a toa que cada vez mais jovens americanos aloprados se revoltam com sua condição e acabam agindo com revolta em relação a sua condição, surtando e pondo a vida de inocentes na mira de suas escopetas. Não querendo justificar esse ato de pura violência e covardia, mas a sociedade americana e tão patética e hipócrita que nem mesmo eles em seu intimo se suportam. Pregam escalas sociais dentro até de suas próprias escolas, criando cidadãos repressivos e anulados programados para pensar que é bom pra eles e mais ninguém.
O filme nos faz pensar no que adianta ser potencia financeira, se não há uma chance para as pessoas serem e pensarem o que são e como são. Matar o egocentrismo americano e algo muito importante principalmente para eles mesmos, pautar suas vidas no que somos não no que parecemos.
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